fala-se o que não se pensa
e pensa-se muito nisso tudo que é bom e que se nega
sem saber como
sem saber onde
abre-se dentro do peito
um abismo cavado e fundo
a pele toda arrepiada
de repente o inesperado
culpa da palavra
sempre que a sós
tendermos para o infinito
do muito amor entre nós
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